Uma carta para não deixar de ser.
Lá vou eu mais uma vez procurando como tola
aquilo que continuo a desconhecer.
Embora já conheça os passos dessa procura subjetiva.
Sigo.
É o buscar que me envolve, não posso negá-lo à mim.
Desfaço-me das lembranças da última estrada que construí
quando ainda estive disposta a me doar tanto a mim mesma.
No entanto, ainda me sinto aglutinada de sentimentos e
perguntas que tive naquele tempo.
Em breve mandarei notícias desse novo Eu.
O mesmo.
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