sábado, 31 de outubro de 2009

A voce.

A toda essa poesia que nasce dos teus olhos e que me fez
enxergar a vida de uma maneira absurdamente bela.

Aos teus bracos que acalentaram o meu ser.

Aos teus beijos que deram vez a minha alma.

Aos teus pes que dancaram junto aos meus entre
aqueles lencois desarrumados.

A tua displicencia enquanto dormia.

Ao teu gemido tao sonoro aos meus ouvidos, mesmo
aqueles que só queriam falar da tua preguica ao amanhecer.

Ao teu sorriso de boca mal acordada.

Ao teu cheiro que ficou, embora ja tenhas ido ha tempos.

Ao teu ato desesperado de nao-ser.

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