É bonita mas ainda busco o que nem eu mesma sei
dizer o quê. Penso, muitas vezes, que isso que
procuro tanto não vou encontrar aqui.
Digo aqui, nesse lugar, nesse pedaço de concreto
que ferve sob os meus pés, aqui nesse espaço apertado,
nesse tempo corrido, nessa vida sem vida. Porque a idéia
é outra e minha mente pede mudança, meu corpo
responde pelo cansaço e minha paz quer ultrapassar
os limites desse pedaço de carne ambulante e pensante
que não se adaptou ainda a todas as coisas que me
dizem ser normal.
Quero o anormal, então!
O diferente, a loucura talvez. porque não?
Olho pro céu, bem dentro dos olhos que lá eu encontro,
e sinto um riso em mim, talvez fosse lá o
espaço e o tempo, sem ambos!
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