domingo, 1 de novembro de 2009


A tua falta de postura ante nós
dois me causa
decepção, e embora
tenha buscado me ver livre
dessas "humanices"
vejo que não sou capaz de
exigir tanto assim de mim.




Esse costume de aguardar que tudo seja como
temos a
pretensão de crer que será destrói a
maior das
possibilidades, a de realmente dar certo.



Sozinha.

A casa é a mesma de outros dias atrás, mas eu não.
E pareço estar num ambiente desconhecido apesar disso.



Alguém por perto?





Nos primeiros instantes ainda desejei ouvir uma voz

que não o eco da minha.

Embora precise mais de mim mesma ultimamente
do que de outrem.
Alguns cigarros na tentativa de aglutinar
o que se passa aqui dentro.



Longos tragos e densas fumaças que

saem da boca morta de palavras. Nada dito.




No entanto, o que antecede esse ato anda

um tanto quanto expansivo demais.



"Apenas te peço que respeite o
meu louco querer, apenas te peço
que aceite o meu estranho amor"



(Caetano)

Hoje vi duendes no meu jardim,







eles ocupavam o espaço







das borboletas que me escaparam.




Renasci.

Eram 03:13 da manhã, e durei.

Vim com a música, me desfiz do que julguei
ser impuro e perplexa diante da minha ainda
imatura compreensão, aguardei findar novamente.

Saiba,

Pra você pode parecer mais uma daquelas cenas
meio novela das seis reprisada num vale a pena
não ver de novo.

Incompreensivel demais pra sua falta de vontade.

Teu querer tão egocêntrico não deixa margem à
possibilidades que vejo além, e muito além de fato,
do que se passa agora.

Deixar-se ir,apenas, é forte em ti, mas posso te
observar perdido entre tuas próprias vontades.

É essa a intensidade da qual me falaste um dia?
Pois te digo, meu bem, não é isso que entendo
pela mesma.

Tudo isso que te atropela sem que percebas é o
que te faz andar inconstante contigo mesmo pela vida.






Saiba...
Um brinde aos que tentam ser sem ser.

E um brinde a mim, que ando sendo,
para outros, inconsequente,

mas sou sendo meu ser.

A você.

A toda essa poesia que nasce dos teus olhos e que me
fez
enxergar a vida de uma maneira absurdamente bela.

Aos teus braços que acalentaram o meu ser.

Aos teus beijos que deram vez a minha alma.

Aos teus pés que dançaram junto aos meus entre
aqueles lençois desarrumados.

A tua displicência enquanto dormia.

Ao teu gemido tão sonoro aos meus ouvidos, mesmo
aqueles que só queriam falar da tua preguiça ao amanhecer.

Ao teu sorriso de boca mal acordada.

Ao teu cheiro que ficou, embora ja tenhas ido há tempos.

E ao teu ato desesperado de não-ser.

sábado, 31 de outubro de 2009

A voce.

A toda essa poesia que nasce dos teus olhos e que me fez
enxergar a vida de uma maneira absurdamente bela.

Aos teus bracos que acalentaram o meu ser.

Aos teus beijos que deram vez a minha alma.

Aos teus pes que dancaram junto aos meus entre
aqueles lencois desarrumados.

A tua displicencia enquanto dormia.

Ao teu gemido tao sonoro aos meus ouvidos, mesmo
aqueles que só queriam falar da tua preguica ao amanhecer.

Ao teu sorriso de boca mal acordada.

Ao teu cheiro que ficou, embora ja tenhas ido ha tempos.

Ao teu ato desesperado de nao-ser.



Andava suspenso no mundo,




amando e querendo bem.



Sendo.

Ando numa fase de despejo total de quem

eu realmente sou. Talvez não se esperasse

tanto de mim, por isso o espanto anda sendo

inevitável pros de cá.


Embora doloroso tudo isso está me fazendo,

de certa forma, bem.


Mostrar-me com todos os defeitos (ou não!)

que tenho para os que amam, e que nem

imaginavam que aquilo pertencia a mim, não

é algo muito simples. Mas acredito que o tempo

ajudará na construção e afirmação dessa "nova"

imagem que agora possuo para mente deles.

,
São muitos e aleatórios, e tento incansavelmente me
livrar disso tudo, mas como algo inerente a mim, não
consigo.


Não que eu desista a cada, vã, tentativa, mas

confesso que já estou bem cansada dessas coisas que
sinto não serem para mim.


Além do mais, me sinto fraca sendo dessa forma,

afinal, consigo sentir tudo maior do que de fato é,
e maior do que sou também.


Realmente busco compreender o que acredito haver

certa compreensão, embora acredite que nem metade
disso tudo caiba em um entendimento de verdade.


...

sexta-feira, 30 de outubro de 2009


Indo em outra dimensão,





com um outro caminhar,




de uma outra forma.




Como e fumaça, amanhã e além.

Sejamos luz enquanto estivermos.