Do início um olhar curioso enquanto disperso, e no passar daqueles dias estilo férias agitadas em uma casa de praia qualquer fomos nos conhecendo, eu em meu silêncio cheio de mistérios como já me disseste e tu me desvendando no teu próprio jeito de ser.
Nas manhãs, um café ralo e amargo para acorda e começar os dias sem saber se voltariamos pelo mesmo caminho ou se tomarias outra direção, já bem conhecida tua. Tentava não me prender ao sorriso mas tua gargalhada percorria toda a casa e quando não estavas o silêncio era ensurdecedor, foram dias de um tempo quente e traçados sem muita certeza do que seria de nós.
As noites eram receptivas com uma bebida improvisada em uma garrafa plástica apenas na intenção de aquecer a pele que o vento acariciava e a cada uma noite que passava pedia que o álcool da bebida tivesse sua dose aumentada, para então suprirmos o que o corpo queria e a pele exalava.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O inacabado de nós.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário