sexta-feira, 27 de março de 2009

Sou eu, sim. e vice-versa!

É impressionante como as pessoas se permitem perder
sentimentos e relações tão valiosas por falta de opinião
própria, por conceitos preconceituosos, por valores sem
valor algum. Hoje tive uma grande decepção. não sei se
posso dizer que me decepcionei com a pessoa em si, ou
com o meio que a envolve! é complicado culpar alguém
de ser ou de pensar da forma que é ou pensa. afinal,
quem está isento de opiniões externas a respeito de
certos assuntos. muitas vezes é difícil pensar por conta
própria e formar uma idéia a respeito. tento entender
tudo o que me foi dito, assimilar, enfim. . .
confesso [como disse a tal] que aceito [não sei bem se
isso é verdade!] mas não entendo. o que impede qualquer
ser de ter presente em sua vida uma pessoa que senti
diferente de você? porque tornar difícil essa convivência?
ou pior, porque abrir mão dessa presença?.
Deixar de ter uma pessoa em sua vida apenas por ela
transparecer quem é! É ridículo! pra não dizer burrice!
mas quem sou eu para julgar!?
um julgamento nunca é bom para ninguém. sinto bem isto
nesse momento. vivemos cercados por propagandas contra
preconceito mas é tão difícil viver sem ele!
chega a ser cômico! mas é triste mesmo.
não sei ainda se perdi uma amizade [se é que de fato é] ou se
ganhei uma força a mais em tudo que pensava, em meus
princípios, que diferentemente dos de muita gente, tem como
primeiro mandamento ser feliz. independente
de cor, sexo, religião, etnia, classe social.
não preciso de alguém que escute mais um senhor padre,
bispo, pastor, pai ou mãe com princípios decadentes do que
seu coração, consciência, alma, ou seja lá o que for que fale
aqui dentro da gente.
Acredito realmente que o que
me vale viver é viver de fato.

sem restrições, sem limitações.

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